CSFX 50 anos

13 de julho de 2012 0 comentários

Nesse ano nossa escola o Colégio São Francisco Xavier esta completando 50 anos e decidimos fazer uma pequena homenagem para ela.
Primeiro vamos contar sua história, como tudo começou, e para isso trazemos um vídeo retirado do próprio site do colégio. 
Sugerimos que pause a música enquanto assiste.
Para acessar ao site clique aqui.
Agora que vocês já conhecem a história da nossa escola que tal ver algumas imagens de como ela é hoje:
Sugerimos que pause a música enquanto assiste.
Nos também entrevistamos um funcionário para saber qual a opinião dele sobre o colégio:
Sugerimos que pause a música enquanto assiste.
Essa é nossa escola, onde gostamos muito de estudar, e a parabenizamos pelos seus 50 anos de existência.

Adeus Ásia!

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É mochileiros, chegamos ao fim de mais uma viagem. Tomara que vocês tenham gostado, e um dia possam conhecer esses países mais de perto, pois com certeza irão adorar. Fiquem ligados porque em breve irá iniciar-se a viagem pela continente Africano, descobrindo tudo de bom que esse lugar tem para mostrar. Até lá...
Agora, apresentamos uma apresentação de slides feita por nós, onde você poderá relembrar todas as belas paisagens e monumentos da Ásia. Temos duas opções de visualização. Pode demorar um pouco para carregar, então tenha paciência.

»Opção 1
»Opção 2

China

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Pois bem mochileiros, infelizmente chegamos ao nosso último destino na nossa viagem pela Ásia, que é a China, o país mais habitado do mundo. Se localiza no lesta da Ásia, fazendo fronteira com divesos países, como a Mongólia, o Kasaquistão, o Butão, o Nepal e o Paquistão. Sua capital é Pequim, e suas principais cidades são  Xangai,  Tianjin; Shenyang, Wuhan, Guangzou e Nanquim. O idioma predominante no país é o Mandarim, e por isso tivemos grande dificuldade na comunicação. A moeda utilizada é o Iuan, sendo que um Dólar dos EUA equivale a aproximadamente 6,31 Iuan's.
A China é um lugar muito bonito, entre as coisas que compõe essa beleza encontra-se o Monte Everest, além de bela fauna e flora. A cidade de Xangai, é a mais habitada da China, é o nosso primeiro destino. É uma cidade muito bonita, onde ficamos impressionados com os Arranha-Céus,  que nunca tínhamos visto, e parecem encostar nas nuvens.
Durante nossa viagem pudemos conhecer belos lugares, como o Monte Everest, a maior, além do  Rio Yangtzé, também conhecido como Rio Azulna região das Três Gargantas. 

Monte Everest, no Tibete.

Rio Yang-tsé-kiang, na região
das Três Gargantas.
Panda Gigante.
Vimos a grande diversidade de fauna e flora do país, com cerca de 4.400 espécies de vertebrados (10% do total mundial), e ficamos impressionados com o tamanho do Panda-Gigante, não é por acaso que ele tem esse nome. Conhecemos também outros países de origem da China, como o macaco de pelo dourado, o tigre do sul da China, o golfinho branco fluvial, o jacaré chinês e o grou de crista vermelha, que são muito preciosos.
A China, que é o terceiro maior país do mundo em área terrestre, e por isso tem o clima dominado principalmente por estações secas, e monções úmidas, o que leva a diferenças de temperaturas no inverno e no verão. O clima da China é diferente de região para região por causa da extensa e complexa topografia do país. 
Esse belo país é marcado pela culinária estranha, porque degustam insetos e vários outros bichos em espetos, mas quando experimentamos alguns, com muito medo, percebemos  que tinha um gosto super bom. Comemos um espeto de gafanhoto, e o que achamos incrível era que tinha gosto de frango.
Vimos a Ponte de Baía de Hangzhou, em  Jiaxing, que possui 36.000 metros de extensão, sendo uma das maiores do mundo. O transporte ferroviário da China é muito evoluído, possui o maior sistema ferroviário de alta velocidade de todo o mundo, além deste tipo de transporte ser muito eficiente para turistas como nos, mochileiros, e moradores do país.
Visitamos muitos museus e a pintura que vimos, que nos chamou mais atenção foi a Montanha de Wu Xia Hou Yan, que tem muitas cores vivas. Não podíamos esquecer de ir ao ponto turístico mais visitado da República Popular da China. Se passou ao menos na sua cabeça a Muralha China, você acertou. A Muralha da China foi construída ainda na China Imperial, e é o maior ponto turístico em extensão do mundo, e demorou cerca de 1000 anos para ser construída.
Bom pessoal, aqui acaba mais uma das nossas viagens pelo continente asiático. Esperamos que todos tenham gostados e até a próxima viagem.
Você Sabia?
A China tem o segundo maior orçamento para pesquisas e desenvolvimentos do mundo.
Após a ruptura sino-soviética, a China começou a desenvolver suas próprias armas nucleares e sistemas de distribuição com sucesso, detonando seu primeiro teste nuclear de superfície em 1964, em Lop Nor. A consequência natural disto foi o lançamento de um programa de satélites, que culminou em 1970 com o lançamento do Dong Fang Hong I, o primeiro satélite chinês. Isso fez da RPC a quinta nação independente a lançar um satélite.
Vídeo!!
A seguir encontra-se um vídeo sobre a Muralha da China. Sugerimos que pause a musica em quanto assiste ao mesmo.

Arábia Saudita

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Visitamos também a Arábia Saudita, um país mundialmente conhecido pelas enormes reservas petrolíferas. A Arábia Saudita é um país localizado no sudoeste da Ásia, na região do Oriente Médio. Ocupa 4/5 da Península Arábica e estende-se por 1 950 km, de noroeste a sudeste, e por 1 240 km, de sudoeste a nordeste. Faz fronteira com a Jordânia, o Iraque e o Kuwait, a norte, o Qatar, os Emirados Árabes Unidos e o Omã, a leste, e o Iêmen, a sul. É banhado pelo Golfo Pérsico, a noroeste, pelo Oceano Índico a leste, e pelo Mar Vermelho, a oeste. A capital do país é Riad, e outras cidades importantes são Jidá, Meca e Medina. O idioma oficial é o Árabe, que também é o idioma oficial de outros 21 países. A moeda utilizada é o Rial Saudita, sendo que atualmente um Real Brasileiro equivale a aproximadamente 1.87 Rial's.   
Kingdom Tower, em Riade.
Nosso primeiro destino na Arábia foi Riade, a capital e a mais populosa do país, com aproximadamente 6 milhões e 700 mil habitantes. Em Riade vimos o Castelo de Al Masmak, o Kingdom Centre e o King Fahd Road, todos belíssimos. 
Castelo de Al Masmak.
Depois de Riade fomos para Meca,quem possui aproximadamente 1 milhão e 700 mil habitantes,  onde tinha vários museus com várias obras impressionantes, uma mais bonita que a outra, mas a que nos impressionou mais foi o quadro Masjid al-Haram. Visitamos a montanha Jabal al-Nour, as torres Abraj Al Bait, onde a torre do meio possui um imenso relógio, parecido com um que visitamos quando estávamos na Europa, o Big Bang. Fomos também a cidade de Medina, que tem aproximadamente 1 milhão e 300 mil habiantes, onde conhecemos o principal monumento dessa bela e magnífica cidade, o Mesquita de Quba.
 Deserto do Rub' al-Khali,
 na Arábia Saudita.
Em toda nossa viagem tivemos a oportunidade de conhecer belos desertos, como o deserto do Rub' al-Khali, o deserto de Nefud, o deserto da Arábia e o deserto de Ad-Dahna. Vimos também a Saudi Aramco, que é a maior companhia do ramo petrolífero do mundo. Conhecemos também a Universidade King Saud ( Universidade Rei Saud em português), criada em 1957 pelo rei Saud, e atualmente possui 37.874 alunos.
Na Arábia Saudita percebe-se que a cultura é assentada, praticamente, nas tradições da religião islâmica, que é predominante no país.  Nesse país ficam dois dos locais mais sagrados do islão, os quais se consideram o berço da religião.
Quando degustamos a comida da Arábia Saudita, percebemos que é bem temperada. As carnes mais comuns são o frango e o carneiro, por que a carne suína é proibida por lei, segundo a sharia (conjunto de leis que regem a vida do muçulmano). As comidas que vimos mais na região foram o arroz, as lentilhas,  homus (pasta de grão-de-bico), kultra (espetadas de frango ou carneiro), kebab (servido com sopa e legumes), mezze (entradas variadas) e muhalabia (pudim de arroz). Percebemos também que as bebidas alcoólicas são proibidas no país.
Você Sabia???
A Arábia Saudita não tem lagos ou rios. Por isso, o país sofre com a escassez de água e para suprir essa necessidade realiza a dessalinização da água. A capital Riad é abastecida com água transportada por 370 km do Golfo da Árabia para então ser dessalinizada. Com o aperfeiçoamento da tecnologia, os custos do processo têm diminuído.

Malásia

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País grande, com cerca de 27 milhões de habitantes, a Malásia é nosso próximo destino na Ásia. Depois de aterrissar no aeroporto de Penang, passamos em frente ao Tanjung Rhu Resort Langkawi, um resort beira mar, 5 estrelas. Como somos mochileiros, fomos lá só para apreciar a beleza, porque não tinhamos dinheiro para entrar.
Ao amanhecer, o pensamento sobre a multicultura da Malásia e  os inúmeros pontos turísticos tomava nossas cabeças. Em busca das histórias da antiga Malásia, decidimos visitar o museu Pinang Peranakan Museum, um lugar belo que retrata toda a história da Malásia em obras de pintura, arte escrita (quadros escritos) e peças de porcelana com traços e desenhos relacionados a cultura.
O dia foi muito bom, inclusive ganhamos um vale-refeição em um restaurante que estava acabando de ser inaugurado. Já à noite, é claro não podiamos deixar de aproveitar o vale-refeção, então fomos jantar no restaurante, cujo nome prefiro nem aqui deixar, pois com certeza você não conseguiria entender. Ao nos entregarem o cardápio estavam em destaque os seguintes pratos:
  • Nasi lemak: um prato de pequeno-almoço. Trata-se de um arroz aromático cozinhado com ingredientes picantes acompanhado de leite de coco servido com uma seleção de frango, carne ou lula com curry, pepino, anchova frita, tudo misturado com cuidado sobre uma folha de bananeira.
  • Nasi Padand: arroz servido com uma seleção de pratos, incluindo caril e rendang, trata-se de um prato picante de carne.
  • Laksa Johor: macarrão com arroz servido com molho de caril, peixe e legumes.
  • Jawa Mee: massa com um molho espesso e picante acompanhado de bolinhos de camarão, batata em fatias e toufu.
  • Sup Ekor: sopa de rabo de boi temperado com uma grande variedade de ingredientes diferentes.
  • Soto Ayam: sopa de frango picante com arroz e legumes.
  • Sago Melaka: Bolo de sago para sobremesa (um tipo de palmeira). Doce fresco com calda de açúcar mascavo.   
Sup Ekor.
O restaurante possuia um garçon brasileiro, então a comunicação foi fácil. Segundo ele, todos os pratos eram muito famosos no país, e extremamente deliciosos, mas como só podíamos experimentar um, ele nos sugeriu o Sup Ekor (Sopa de rabo de boi). Apesar de parecer nojento, o gosto é incrível. Nos ofereceram uma sobremesa como cortesia da casa, chamada Sago Melaka, era bem forte, mas deliciosa. Já no albergue onde ficamos, já estava de noite e era hora de dormir, após ler um bom livro na cama, não resistimos ao sono e acabamos dormindo.
O dia seguinte seria apressado, teríamos de arrumar as bagagens e correr para chegar no horário marcado do voo, pois os voos promocionais que usamos só saem uma vez por dia, mas são muito mais baratos. Chegando novamente ao aeroporto de Penang, nos deparamos com um casal se despedindo. É ... também temos que ir embora agora. Termina aqui nossa viagem pela Malásia. Esperamos que você tenha conhecido um pouco mais desse país, e possa um dia visitá-lo.
Você Sabia???
    Malay couple
  • A roupa que o povo malaio veste é da mesma forma que as dos ocidentais. Porém as   mulheres muçulmanas usam saias longas, calças e lenços na cabeça. Esse traje é chamado de Baju-Kurung. Os homens vestem camisas longas e calças (essa vestimenta é chamada por eles de Baju-Melayu), além de usar um tipo de chapéu chamado "Songkok".
  • Na Malásia, existe um rodízio de reis. O tipo de governo é uma Monarquia Eletiva Federal e Constitucional e uma Democracia Parlamentar. Os reis são escolhidos entre os sultões dos estados e ficam no poder por 4 anos.
  • A Malásia é a maior produtora de borracha do mundo. A decadência da produção brasileira ocorreu porque foi transferida para lá, devido ás melhores condições naturais.

Omã

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Bem mochileiros, desta vez visitamos o Omã, que é situado no Oriente Médio, banhando pelo Mar Árabe, Golfo de Omã e  pelo Golfo Pérsico entre o Yemen, a oeste, e os Emirados Árabes Unidos, a leste, e a Arábia Saudita ao norte.  Com o clima Desértico seco, quente e úmido, ao longo da costa e o verão com vento que muitas vezes levanta grandes tempestades de poeira no interior, com secas periódicas. O Omã é um dos últimos sultanatos (tipo de governo onde quem governa é um sultão)do mundo, é um pequeno país de montanhas gigantescas e um enorme deserto. O país começou com os beduínos (são parte de um grupo árabe habitante dos desertos, tradicionalmente dividido em tribos ou clãs nômades). Omã tem uma forma de governo "monarca" o Sutão, está mudando radicalmente o país nas ultimas décadas, que inclusive é um dos países mais modernos no Oriente médio, mas modernidade para eles não é grandes prédios de 50, 70 andares.  Durante nossa viagem tivemos muita dificuldades com a comunicação pois o idioma oficial do país é o Árabe. Primeiro fomos  a Mascate uma cidade linda e harmoniosa, e percebemos que maioria da população é islâmica. A capital do país, é um lugar que encanta ao visitante,as fortalezas de Jalai e Mirani se destacam à entrada da cidade, enquanto o Forte Mutrah se ergue numa colina dominando o lugar. A cidade tem alguns interessantes museus para visitar, entre ele destacamos: o Museu de Omã, que conta ao visitante tudo sobre a cidade; o Museu das Crianças; um divertido e interessante museu; Museu de História Natural e o Museu das Forças Armadas do Sultão.
Forte de Jalai.
Há dois lugares onde o viajante poderá fazer compras interessantes, nos mercados de Mutrah e Ruwi. A Torre do Relógio de Ruwi é formosa tanto de dia como de noite, favorecida, por uma fascinante jogo de luzes. Depois fomos ao Sul e enquanto o verão abrasa em toda Arábia, um lugar no sul de Omã floresce de verdor e frescor, resguardado das monções e da seca. Trata-se de Salalah, a capital do sul do país, e da Província de Dhofar. Entre as atrações, que está afortunada cidade oferece, está o Museu, que expõe pedras com antigas inscrições e alguns artigos de artesanato como cerâmica, também armas, trajes tradicionais, jóias, etc. Nas proximidades encontra-se Al-Balid e Ayn Razat, não deixe de vista-los.Na rota em direção Mughsail existem numerosas praias abertas ao público e ainda que as águas são tranqüilas, as areias são muitas vezes agitadas pelo vento. No caminho em direção a Mirbaat tropeçamos com Khor Rouri, um importante porto nos tempos antigos. A vista do Oceano é magnífica, ali poderá admirar também as ruínas de um velho palácio. Não se arrependerá em fazer uma parada em Taqa, uma pequena localidade muito pitoresca, e entrando no interior não perca de vista a paisagem de Jabal Samhan.Deixamos Dhofar e de volta a Mascate, no caminho encontramos a localidade de Thumrait, que nos surpreenderá por sua formosa paisagem e contrastes, veremos passar do verde úmido ao seco deserto, enquanto viajamos ao longo desta fascinante rota. Alem disso não podemos deixar de falar do censo que cura, e a essência é a mesma que curou o menino Jesus. A gastronomia de Omã combina com os sabores do perímetro do Oceano Índico. Arroz e chapatis (pão quente) costumam acompanhar uma carne ou peixe cozido com especiarias. Em Mascate, há bons restaurantes indianos, chineses, europeus e africanos.Os restaurantes chamados de "internacional" são atraentes para os frutos do mar. O álcool é proibido em público é permitido em bares e restaurantes licenciados.
Você Sabia???
A sinalização de transito em Omã é muito diferente da brasileira. Dois exemplos de placas são essas:
Passagem de pedestres.
Cuidado com as dunas de areia.

Israel

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Agora vamos conhecer um país famoso pelos seus muitos conflitos, que ocorrem desde sua formação, e é onde fica Jerusalém, a cidade mais importante para as três maiores religiões do mundo. Israel é um belo país, localizado no oeste da Ásia, fazendo fronteira com o Líbano, a norte, a Síria e a Jordânia a leste, e o Egito a sudeste. Sua capital é Jerusalém, e outras principais cidades são Tel Aviv, Haifa,  Rishon Leziyyon e Holon. Possui dois idiomas oficiais, o Hebraico e o Árabe, e por isso tivemos enorme dificuldade de comunicação. A moeda utilizada é o Novo Shekel israelense , sendo que um Real Brasileiro equivale a 1.9 Shekel's.
Em nossa viagem, descobrimos que as temperaturas variam muito em Israel, principalmente durante o inverno. As regiões montanhosas do país são frias, inclusive com ocorrência de neve; o pico do monte Hérmon é coberto por neve na maior parte do ano e Jerusalém recebe pelo menos uma queda de neve por ano. Entretanto, cidades costeiras, como Tel Aviv e Haifa, têm clima mediterrâneo típico, com frio e chuva durante o inverno e com verão quente e seco. A maior temperatura no continente asiático (53,7 °C) foi registrada em 1942 no kibutz Tirat Zvi, no norte do vale jordaniano. Então se você quer conhecer Israel, sugerimos que vá durante o verão, pois no inverno é difícil até para sair de casa.
Muro de Jebusita, na cidade de Davi.
Descobrimos também que Israel tem investido muito no desenvolvimento de tecnologias de economia de água, como a irrigação por gotejamento, devido a escasses de chuva durante maio e setembro. Os israelenses também aproveitam a grande incidência de luz solar para a produção de energia solar, tornando a Israel, a nação líder em energia solar em uso per capita.
Israel é um país pequeno que tem uma população de cerca de 8 milhões de habitantes, dos quais 80% são judeus. Os restantes 20% são árabes. Entre as religiões, o islamismo e o judaísmo são as mais praticadas e do cristianismo é praticado por uma pequena parcela da população.
Bem, o nosso primeiro destino em Israel, tem aproximadamente 145 mil habitantes, Jerusalém, onde tivemos a oportunidade de conhecer belíssimos lugares, como o Muro de Jebusita, a Torre de David, a Cúpula da Rocha, o prédio de Knesset, a Suprema Corte de Israel, a Casa do Oriente, o Mercado de Mahane Yeruda, a Estação Central de Autocarros, o Santuário do Livro, o centro Internacional de Convenções, o Mosteiro da Cruz, o Muro das Lamentações, a Igreja do Santo Sepulcro, e o Estádio Teddy Kollek.
Vista interna da Igreja do Santo Sepulcro.
Israel possui uma cultura pluralizada devido à diversidade de sua população: os judeus de todo o mundo trouxeram suas tradições culturais e religiosas com eles, criando um caldeirão de crenças e costumes judaicos. Foram quatro mil anos de tradição, um século de sionismo e quase cinquenta anos como estado moderno, que também contribuíram para sua notável mescla cultural das mais de setenta comunidades que a compõem. Sua população nacional, respeitosa à cultura, tem a sua disposição a revista Ariel, que, publicada desde 1962, cobre toda a produção artística, desde a poesia à arquitetura, passando pela pintura, escultura e até a arqueologia.
Israel é o único país no mundo onde a vida gira em torno do calendário hebraico. Férias de trabalho e escolares são determinadas pelas festas judaicas, e o dia oficial de descanso é o sábado, o shabat. A subtancial minoria árabe, também deixou a sua impressão sobre a cultura israelense em áreas como arquitetura, música e culinária, que tem entre seus principais pratos tradicionais, o Pessach, o Chanuká, o Charosset, o Farfel e o Kamish Broit. No cinema, ao contrário, a produção não é tão mesclada: conta, desde de seu início em 1950, a experiência e a realidade israelense.
Gefilte fish.
A culinária israelense foi influenciada predominantemente  que trouxe pratos típicos de toda região do Oriente Médio, tais como Homus, Falafel, Shawarma e Kebab. Outra grande influência é a culinária judaica, com muitas influências da Europa Central e Oriental, locais tradicionalmente habitados por comunidades judaicas numerosas que migraram posteriormente para ISrael. Típicos pratos de produtos não-originários do Mediterrâneo fazem parte integral da cozinha israelense, tais como Gefilte fish (bolinhos de carpa), Crem (raiz-forte) e Arenque salgado.


Você Sabia???
A superfície de Israel é de apenas 22.770 km quadrados, menor que o Estado de Sergipe.
Na área do Muro das lamentações existem setores separados para mulheres e homens, que devem cobrir a cabeça. 

Cazaquistão

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Resolvemos dar uma passadinha pelo Cazaquistão, que é um pais transcontinental, ou seja, está em dois continentes, Europa e Ásia. Sua capital é Astana. Limita-se a norte e oeste com a Rússia (que também é um país transcontinental, mas é considerado europeu), a leste com a China, a sul com o Quirguistão, o Uzbequistão e Turcomenistão e a oeste com o mar Cáspio. Durante a nossa visita pelo país gostamos muito do clima, pois o clima é continental, com verões quentes e invernos mais frios. A precipitação varia entre condições áridas e semi-áridas. O Cazaquistão também é um país que não tem costa marítima.
Mesquita, em Pavlodar.
Vistamos varias igrejas no Cazaquistão, como a igreja Mesquita, em Pavlodar, que é uma igreja muito bonita. Sobre a religião do Cazaquistão, concluímos que a maioria da população segue o islamismo, mas o país apresenta também outros tipos de religiões, como : cristianismo, catolicismo, budismo, entre  outros.
Sobre a politica, o Cazaquistão é uma república constitucional. O presidente é o chefe de estado, assim como o comandante supremo das forças armadas e pode vetar qualquer legislação promulgada pelo parlamento. O primeiro-ministro é o líder do Gabinete dos Ministros e serve como chefe de governo do país.
Durante a nossa maravilhosa viagem pelo país, a cada esquina víamos uma bandeira da pátria, assim ficávamos observando a bandeira e tentando descobrir o motivo do fundo azul e da águia dourada. Depois de nos informamos cada vez mais, descobrimos que a cor azul-celeste representa os diversos povos turcos que formam a população do país. A águia dourada é um símbolo associado a Genghis Khan, que dominou o Cazaquistão.
Sobre a economia do Cazaquistão, descobrimos que a mesma  baseia-se essencialmente nas exportações de petróleo, que representam 56% do valor das exportações e 55% do orçamento de Estado. De acordo com certas estimativas, o país tem recursos petrolíferos equivalentes aos do Iraque mas presentes a maior profundidade, o que explica o início relativamente recente da sua exploração. O Cazaquistão produz 13% (= 5.279 toneladas) da produção total de urânio no mundo, e dispõe de reservas importantes desse metal (17% da reserva mundial) e afirma-se como um grande fornecedor futuro.
O Cazaquistão, apesar de ser um país muito bonito do qual agradamos muito, infelizmente não  possui muitos pontos turísticos, mas damos a todos a dica de visitar o país, pois todos receberam o maior conforto lá.
Ayran, bebida tipica do
Cazaquistão.
Sobre a cultura do Cazaquistão, achamos muito interessante o fato dos valores morais tradicionais dos cazaques incluírem o respeito aos anciãos e a hospitalidade com os estrangeiros. Sobre a culinária cazaque além de cordeiro, outras comidas tradicionais ainda mantêm o seu valor na cozinha cazaque. As carnes são cozidas tradicionalmente de diversas maneiras, e servida com produtos derivados do pão. Bebidas locais incluem o chá preto e bebidas derivadas do leite, como o ayran, o shubat e o kymyz. Uma refeição tradicional envolve uma variedade de aperitivos, seguidos por uma sopa e um ou dois pratos principais como: pilaf ou besbarmak. Diferentemente do Nepal, a comida cazaque é muito boa, apreciamos muitos pratos e só de vê-los sendo trazidos de dentro do restaurante nos dava água na boca. 
Deixamos o melhor assunto por ultimo, os pontos turísticos, que apesar de poucos, são esplêndidos. O país por não ter grandes atrativos, e serve como estação de parada para ir a outros lugares. Se dispõe de tempo vale a pena visitar a maravilhosa Torre Baiterek. a Catedral Zenkov, o Memorial à Guerra, Museu Estatal da arte, Catedral de São Nicolás e a Mesquita.
Torre Baiterek.


Você Sabia???
O topo da Torre Baiterek é a maior estrutura redonda em vidro do planeta. Esse monumento tem o objetivo de representar um conto folclórico sobre uma árvore mítica da vida e um pássaro mágico da felicidade, chamado Samruk, que pôs seu ovo na greta entre dois galhos de um choupo.
Para entrar no Cazaquistão é preciso adquirir um visto, assim como é necessário para entrar nos Estados Unidos.

Irã

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Outro país que visitamos foi o Irã, que é conhecido por diariamente fazer criticas contra o governo. Isso mesmo é o Irã, que tem como capital Teerão. Localizado no sudoeste asiático, faz fronteira com o Iraque, a oeste, e o Afeganistão e o Paquistão, a leste. É banhado pelo Golfo de Omã, pelo Golfo Pérsico e pelo Mar CáspioA maior parte do território do Irã corresponde a um planalto cercado por cadeias montanhosas. Os três grandes rios do país são o Karun, o Atrak e o Safid. O Karun é o principal rio navegável do país e nasce nos Montes Zagros, correndo para sul até a localidade de Khorramshahr, onde se une ao rio Shatt Al-Arab . O Irã possui poucos grandes lagos, sendo a maior parte deles de água salgada. O maior lago iraniano é o Lago Urmia, situado no noroeste do país, o oeste do Mar Cáspio. O idioma oficial do país é o Persa, mas também se fala turco, curdo e árabe. A moeda utilizada é o Rial iraniano, sendo que atualmente um Real Brasileiro equivale a cerca de 6.000 Rial's iranianos.
Começamos a nossa viagem pela capital do Irã, Teerão. A capital possui várias igrejas, e através de várias visitas fizemos a essas igrejas, concluímos que a religião predominante no país é muçulmana.
Como já dissemos, o Irã é mundialmente conhecido por diariamente fazer críticas  ao seu governo, dessa maneira não poderíamos esquecer de falar um pouco da política iraniana. Grande parte dessas criticas feitas pelos iranianos se vem ao fato do desrespeito contra os direitos humanos. Esses atos de desrespeito tem sido criticado tanto pelos próprios iranianos, quanto por ativistas internacionais de direitos humanos, escritores e ONGs. A Assembléia Geral da ONU e da Comissão de Direitos Humanos denunciaram abusos anteriores e atuais no país, em críticas e em várias resoluções publicadas.
Palácio de Dario I.
Agora vamos falar de um assunto que interessa a todos, os pontos turísticos do Irã. Depois de passarmos pela capital do país, resolvemos ir a uma outra cidade, chamada Persépolis, capital do antigo império persa,  que abriga as ruínas do antigo palácio de Dario I, construído em mármore escuro e preserva divisões que no passado foram os aposentos reais. Há também o Palácio das Cem Colunas, refúgio do imperador Xerxes, que abrigou a guarda real, conhecida como “os dez mil imortais”.  Gostamos mesmo foi do palácio de Dario I, é um palácio muito antigo e bonito e que vem sendo conservado até hoje.
Lavash.
Vamos falar agora sobre um pouco da cultura iraniana. Sobre a gastronomia, não tivemos a oportunidade de irmos a restaurantes, mas conseguimos tomar o delicioso café da manha no país. Quase todas as refeições do país incluem o pão  ou o arroz . Existem basicamente quatro variedades de pão: lavash, pão consumido ao pequeno-almoço, achatado e fino; barbari, um pão fofo e salgado, feito com farinha branca e por vezes coberto por sementes de sésamo (gergelim); sangak, pão comprido cozido sobre pedras (sangak significa pedra em língua persa) e o taftun, pão fino em forma oval.
Bom, esperamos que todos tenham gostados das novidades que trouxemos do Irã. Até a próxima viagem.
Você Sabia ?
Apesar de serem muçulmanos e viverem em um país asiático do Oriente Médio, os iranianos tem parentescos étnico e linguístico com os europeus, não com os árabes. 

Nepal

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Bandeira do NepalDesta vez, fomos para Nepal. Nepal é um país asiático dos Himalaias, no sul da Ásia, e faz fronteira a norte pela China (Tibete) e a leste, sul e oeste pela Índia, e é um país sem costa marítima. A sua capital é Catmandu, e suas principais cidades são Katmandu, Biratnagar, Lalitpur, Pokhara. O idioma oficial é o nepali, mas também se fala tibetano, maithili e bhojpuri. A moeda local é a Rúpia nepalesa, sendo que atualmente um Real Brasileiro equivale a aproximadamente 44 Rúpias nepalesas.
Em relação ao clima do Nepal, o país segue o regime de monções tendo 3 meses (de meados de junho a meados de setembro) de chuvas. Damos uma dica para os viajantes que pretendem ir para Nepal, quem visita o Terai e a região dos Vales, a chuva não chega a atrapalhar.
O Nepal conta com uma das maiores diversidades de flora do planeta. A presença de grandes altitudes, o clima e o solo da região dentro de uma pequena extensão gerou esta grande variedade. 
Em nossa viagem percebemos que essa terra é de gente muito pobre, mais de excelente receptividade, pois fomos muito bem recebidos. Sua economia baseia-se principalmente na agricultura,  turismo, indústria e serviços. Em relação aos negócios internacionais, faz parte do FMI (Fundo Monetário Internacional), da OMC (Organização Mundial do Comércio), do Banco Mundial e da ONU (Organização das Nações Unidas).
Agora vamos falar um pouco da grande cultura nepalesa. Essa cultura é muito variada, refletindo as diferentes origens étnicas de seu povo. Como cerca de 80% da população é hinduísta, a cultura nepalesa tem muitos costumes, crenças e tradições hindus. Entretanto a influência do budismo, que abrange cerca de 10% da população, é grande. As duas religiões coexistem e ritos hinduístas e budistas que acompanham o nascimento, o casamento e a morte são praticados conjuntamente. folclore é uma parte integrante da sociedade nepalesa. Contos folclóricos estão enraizados na realidade do dia-a-dia. Contos de amor e de batalhas, bem como demônios e fantasmas, refletem o estilo de vida local, bem como suas culturas e crenças. Muitos contos folclóricos nepaleses são contados mediante a integração de dança e música. Felizmente, tivemos a oportunidade de participar destas grandes festas folclóricas, e achamos muito interessante que no Nepal fosse comum ter festas folclóricas dia após dia.
Vamos falar agora de um assunto que da água na boca: a culinária nepalesa. 
Dal bhat.
Como os hinduístas são em grande medida vegetarianos, à semelhança do que se passa na vizinha Índia, a culinária nepalesa reflete uma dieta baseada em plantas. Um prato tipicamente nepalês, que  alguns ironizam que é o único prato nepalês, é o dal bhat, cuja base é uma porção de arroz (bhat) branco cozido e uma sopa ou molho muito pouco espesso de lentilhas. O dal bhat não é um prato muito gostoso de se comer, por isso não fizemos como nos outros países (ficamos comendo o dia todo nos outros países), pois os pratos do país costumam ser um pouco picantes, além de já estarmos acostumados com o nosso tipico arroz com feijão brasileiro. Como já dissemos muitos ironizam que o dal bhat é o único prato nepalês, mas existem outros pratos, como: dal bhat tarkari, que além do arroz e do dal, inclui uma porção de caril de vegetais (tarkari). Além do tarkari, é comum incluir iogurte e, por vezes, caril de carne  ou peixe.
Bom esperamos que tenham gostados das informações sobre o Nepal que trouxemos da nossa viagem. Acreditamos que todos que viajarem para o Nepal irão gostar, pois apesar de ser um país muito pequeno, tem belíssimas coisas para mostrar. Até a próxima mochileiros...
Você Sabia???
bandeira do Nepal é atualmente a única bandeira nacional no mundo que não tem uma forma quadrilátera. De acordo com a sua descrição oficial, o vermelho na bandeira representa a vitória na guerra ou a coragem e é também a cor da flor do rododendro, a flor nacional do Nepal. A cor azul da borda significa paz. A Lua curvada é um símbolo da natureza pacífica e calma do Nepal, enquanto o Sol representa a agressividade dos nepaleses guerreiros.

Taiwan

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Lendo um jornal, conhecemos um país chamado Taiwan que é uma ilha, localizada na costa sudoeste da China, e resolvemos dar uma passadinha por ele. Durante nossa viajem em Taiwan gostamos muito do clima pois é parecido com nosso que também é tropical, em exceção da parte leste da ilha que é majoritariamente montanhoso o que interfere no clima. 
Taipei 101.
Como já dissemos no texto de Cingapura, Taiwan também pertence aos tigres asiáticos, países em que a  economia cresceu muito nas ultimas décadas. um dos símbolos de Taiwan que representa esse crescimento nas ultimas décadas é o prédio Taipei 101, que recebe esse nome pois se localiza na cidade de Taipei e possui 101 andares. É um lugar que você mochileiro quando for a Taiwan não pode deixar de visitar, pois nossa viagem a Taiwan ficou muito marcada pela beleza do prédio e pelo que ele simboliza a todo o povo da ilha, além do amor e carinho que o povo de Taiwan tem por ele. 
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Templo Longshan.
Outro lugar que recomendamos visitar é o Templo Longshan é o mais famoso templo antigo de Taipei. Construído em 1738 por colonos da China continental que fundaram um entreposto comercial no local 15 anos antes, o templo era onde os residentes locais adoravam o Guanyin Bodhisattva e nele buscavam a proteção e a resolução de litígios. Na Guerra Sino-Francesa de 1884-85, o templo tornou-se um local de reuniões para o sucesso da defesa de Taiwan contra as tropas francesas. Terremotos, tempestades e um forte ataque de cupins obrigaram a comunidade a reconstruir o templo em várias épocas do século XIX e do início do século XX. Em 1945, os bombardeios aliados, dirigidos aos ocupantes japoneses, destruíram o templo, mas a estátua de Guanyin, abaixo da qual muitas pessoas dos arredores haviam buscado refúgio, permaneceu intata. Monumento a Chiang Kai-shek, monumento a Sun Yat-sen, museu do Palácio Nacional, templo Longshan, mercado Noturno de Shilin, parque Nacional Yan Ming Shan. Uma cidade muito bonita e conhecida pelas suas águas termal , é Yilan mas alem de suas famosas água, a templos e outras atrações que não pode deixar de visitar. Logo apos Yilan visitamos o templo budista muito conhecido na cidade de Taichung o templo budista PaoChueh, outra atração interessante na cidade é o Museu Nacional de Ciências.
Comida Hakka.
A arte culinária em Taiwan espelha as múltiplas influências chinesas e esbanja características locais. Localmente, há a comida hakka, vegetariana e algo aborígene. Da China vieram, por exemplo, pratos cantoneses, notadamente de Hong Kong, e ao estilo de Sichuan, picantes.Em Taipei, capital que espelha a diversidade gastronômica do país, o restaurante Hung Fan Tien.
Você Sabia???
O principal meio de transporte em Taiwan são as famosas mobiletes, sendo adotadas por jovens, velhos, pais e mães de família. Nelas as pessoas levam os filhos, as vezes todos de uma vez. As famílias que possuem animais de estimação sempre dão um jeitinho e carregam juntos nas mobiletes.

 
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